Categoria: Notícias

  • Arlei lança candidatura e Maringoni,  candidato ao governo do Estado, estará presente

    Arlei lança candidatura e Maringoni, candidato ao governo do Estado, estará presente

    Nesta sexta-feira (25/07), Arlei realiza a plenária de lançamento da sua candidatura para Deputado Federal, junto com 7 outros candidatos  de Campinas e Região Metropolitana de Campinas que disputam vagas na Assembleia Legislativa. (Campinas – Paulo Bufalo, JJ e Marcelo Corrêa/ Hortolândia -Edinho do Cordel/ Sumaré- José Nunes/ Vinhedo – Thiago Carandina/ Mogi Guaçu- Professor André Luiz).

    Gilberto Maringoni, candidato a governador de São Paulo pelo PSoL, estará presente.Ele chega pela manhã em Campinas e durante todo o dia conversa com jornalistas.Maringoni pela segunda vez participa de uma corrida eleitoral. Em 2012, candidatou-se a vereador na capital paulista. Conquistou votos suficientes para ser suplente, mas nunca assumiu a função.

    Breve Histórico Arlei Medeiros

    Arlei é militante desde os tempos do colégio técnico Etecap, da graduação na Unicamp e por anos atuou nos movimentos sociais. Em 2012, foi candidato a prefeito de Campinas. Representa um projeto coletivo de homens e mulheres que entende que a política deve ser um meio para melhorar a vida de todos, e não uma forma de se fazer negócios usando o dinheiro público em favor do agronegócio, dos bancos ou empreiteiras.

    Sempre teve como foco a  defesa dos trabalhadores, a vida e o meio ambiente. Como militante de movimentos sociais e diretor do Sindicato dos Químicos Unificados, enfrentou sucessivas batalhas e teve muitas conquistas. São destacadas três ações importates: Conquistamos a licença maternidade de 180 dias para as trabalhadoras de indústrias farmacêuticas; a extensão dos benefícios para os casais homossexuais, como por exemplo, o plano de saúde; e a maior indenização por dano moral coletivo, o Caso Shell. Em 2015, Arlei completa 30 anos de história na luta política.

     Breve Histórico Gilberto Maringoni

    Gilberto Maringoni, 55, é professor de Relações Internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC) e doutor em História Social pela FFLCH-USP. É autor de doze livros, entre eles ‘A Venezuela que se inventa – poder, petróleo e intriga nos tempos de Chávez’ (Editora Fundação Perseu Abramo, 2004), ‘Roberto Simonsen -Eugênio Gudin – Desenvolvimento, o debate pioneiro de 1944-1945’ (IPEA, 2010) e ‘Angelo Agostini, A imprensa ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910’ (Devir, 2011)’. Foi editor da revista Desafios do Desenvolvimento, do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), entre 2011 e 2012 e pesquisador do Instituto entre 2008 e 2011.

    Foi chargista do jornal ‘O Estado de S. Paulo’ de 1989 a 1996. Publicou histórias em quadrinhos no Brasil, França, Espanha, Portugal e Itália.É ativista político desde 1977. Atuou no movimento estudantil, no final dos anos 1970. Foi dirigente do PT, no qual militou entre 1988 e 2005. Desde então é filiado ao PSOL, chegando a ser membro de sua direção nacional.É casado e pai de três filhas. Maringoni tem capacidade política e disposição para enfrentar o debate eleitoral, e colocar a esquerda a altura desse desafio

    Serviço

    Plenária de lançamento da candidatura de Arlei para deputado federal e candidatos da RMC para Assembleia Legislativa
    Local:  Clube Bonfim
    Data: 25/07
    Endereço: Rua Bento da Silva Leite, 330 – Jardim Chapadão, Campinas
    Horário:19h

  • Luciana Genro faz campanha em Campinas

    Luciana Genro faz campanha em Campinas

    A candidata à presidência pelo PSoL, Luciana Genro, esteve em Campinas nesta semana (17/07) acompanhada do vice, Jorge Paz e cumpriu uma agenda movimentada. Durante toda a tarde conversou com jornalistas de rádio, TV e impressos, e depois foi para o Largo da Catedral, onde falou com eleitores e fez uma caminhada com a militância do partido.

    Entre os temas destacados pela candidata e ex-deputada federal, está a consonância do partido com as demandas que chegam das ruas desde as manifestações do ano passado. “O PSoL está capacitado para atender os gritos que vem das ruas por melhorias na Saúde, Educação e Transporte”,afirmou Luciana.

    Outro ponto importante ressaltado por Luciana Genro, e que está no programa do PSoL, é a reforma tributária. Ela garantiu que como já consta na constituição, vai fazer valer a taxação sobre grandes fortunas cobrando uma alíquota de 5% ao ano para quem tem mais de R$ 50 milhões de reais. Um levantamento primário mostra que podem ser recolhidos cerca de R$ 90 bilhões que serão investidos em educação, saúde , transporte ou moradia.

    Luciana representa um programa que não tem rabo preso com empreiteiras, bancos ou latifundiários. O  PSoL é a alternativa que a população brasileira tanto pediu. “O PSoL não aceitará nem o continuísmo representado pelo PT e aliados, nem o retrocesso simbolizado por PSDB e aliados. Tampouco aceitará aqueles como o PSB que estão entre os dois projetos.”, declarou a candidata.

    Quer saber mais sobre o programa do PSoL para transformar de vez este país? Acesse o link e ouça a entrevista de Luciana à CBN Campinas.

    Entrevista à CBN Campinas: http://www.portalcbncampinas.com.br/?p=84712

  • Ao lado dos trabalhadores

    Gostaria primeiramente de apresentar a vocês os motivos que me levaram a ser candidato a deputado federal. Sou militante entusiasmado desde os tempos do colégio técnico Etecap, da graduação na Unicamp e por anos atuo nos movimentos sociais. Em 2012, fui candidato a prefeito de Campinas. Represento um projeto coletivo de homens e mulheres que entende que a política deve ser um meio para melhorar a vida de todos, e não uma forma de se fazer negócios usando o dinheiro público em favor do agronegócio, dos bancos ou empreiteiras.

    O nosso foco sempre foi a defesa dos trabalhadores, a vida e o meio ambiente. Como militante de movimentos sociais e diretor do Sindicato dos Químicos Unificados, enfrentamos sucessivas batalhas e tivemos muitas conquistas. Quero destacar três ações que considero as mais impactantes: Conquistamos a licença maternidade de 180 dias para as trabalhadoras de indústrias farmacêuticas; a extensão dos benefícios para os casais homossexuais, como por exemplo, o plano de saúde; e a maior indenização por dano moral coletivo, o Caso Shell. Em 2015, completo 30 anos de história na luta política.

    A nossa região necessita de um deputado federal de posição firme, que fiscalize as ações dos governos Federal e Estadual e faça valer a voz das ruas no Congresso Nacional. Por isso peço o apoio para o PSoL nestas eleições.Conto com seu voto e acredito  que uma nova política depende de cada um de nós.Juntos podemos fazer muito mais pelo nosso país.

    Um forte abraço, Arlei.

    Abaixo alguns eixos da nossa campanha: Uma nova política depende de você

    JUNTOS PODEMOS MUDAR! 

    A VIDA ACIMA DO LUCRO
    Nada é mais importante que a vida. Por isso defendemos os direitos dos trabalhadores  com a redução da jornada de trabalho, valorização salarial e justa aposentadoria . Também lutamos pelo fim do assédio moral, do banco de horas e das terceirizações.

    A SAÚDE VIROU MERCADORIA
    A atual política não investe em saúde, sucateia o sistema e transforma um direito de todos em mercadoria, forçando as pessoas a pagarem convênios particulares.  Defendemos uma nova política, com investimento prioritário na saúde, para que seja: pública, gratuita e de qualidade. 

    COMBATE A CORRUPÇÃO E RESPEITO AO BEM PÚBLICO
    O Psol é contra esse modelo de eleições que incentiva a corrupção. Somos contra o financiamento privado de campanha. Para você ter ideia, a cada 1 real doado para campanha de um político o empresário recebe de volta no mínimo 8 vezes mais. Nossa candidatura não aceita dinheiro do agronegócio, banqueiros ou empreiteiras.

    PRESENTE E FUTURO EM NOSSAS MÃOS
    Hoje não existe valorização dos educadores e faltam investimentos. Defendemos uma política de plano de carreira, respeito ao piso salarial nacional, melhores condições de trabalho e que sejam garantidos os  10% do PIB para a educação pública, gratuita e de qualidade.

    A CIDADE NÃO É UM NEGÓCIO
    A vida na cidade está cada vez pior. Convivemos com a poluição sonora, do ar, água e solo. Isso é resultado da exploração dos empresários que veem a cidade como negócio e não respeitam o meio ambiente. Queremos uma cidade planejada, sustentável, com conselhos deliberativos atuantes. A cidade é nosso espaço de convívio.

  • PSoL denuncia ficha suja

    O PSOL-DF protocolou nesta quinta-feira (10), no TRE, representação em que pede a impugnação do registro da candidatura de José Roberto Arruda (PR), que concorre ao governo do DF. Seria uma grave ofensa à consciência do eleitor se Arruda tivesse sua candidatura aceita pelo TRE depois de sua condenação em 2ª instância pelo Tribunal de Justiça . Fichas sujas não podem ser candidatos.

     Na representação, o PSoL afirma que “não existe a menor dúvida que o Senhor José Roberto Arruda, condenado por órgão judicial colegiado por ato doloso de improbidade administrativa, é inelegível. Por conseguinte, o pedido de registro de sua candidatura ao cargo de Governador do Distrito Federal deve ser indeferido”. O partido enfatiza ainda, que a presença de Arruda como candidato nas eleições de 2014 é motivo de inquietação e vergonha para a sociedade candanga. “A participação atrevida e petulante do artífice maior do ‘Mensalão do DEM’ e outras deletérias práticas de improbidade administrativa no pleito eleitoral desafiam os mais elementares padrões de ética e moralidade no trato da coisa pública”, argumenta.

    Luciana Genro, candidata do PSoL à Presidência da República, considera inaceitável a candidatura de Arruda, sob todos os aspectos. “O PSoL tem a independência política e estatura moral para dar a batalha pela impugnação dessa chapa ficha suja” declarou a presidenciável do Partido Socialismo e Liberdade.

  • Valor dos pedágios das principais rodovias de SP sobe

    Valor dos pedágios das principais rodovias de SP sobe

    A privatização das rodovias e seus impactos para a população 

    As novas tarifas de pedágio das principais rodovias de São Paulo entraram em vigor no dia 1º de julho. O reajuste foi de até 8,57%. Os novos valores foram divulgados pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

    Mesmo o aumento estando acima da inflação, as concessionárias reclamaram, querendo um reajuste ainda maior. Em nota, a ACBR (Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias) afirmou que a decisão do governo de São Paulo representa “quebra de contrato” e que as concessionárias irão acionar a justiça por um reajuste maior.

    O reajuste ocorre no momento em que CPI dos Pedágios, em andamento na Assembleia Legislativa de São Paulo, investiga irregularidades nas tarifas cobradas pelas concessionárias nas rodovias paulistas.

    A maioria das rodovias de São Paulo foi privatizada e desta forma o controle sobre o valor cobrado nos pedágios não cabe mais exclusivamente ao Estado. Quem dita as regras são as empresas. Ao invés de reduzir o custo para o Estado, as despesas aumentaram e atingem diretamente o bolso do consumidor.

    Novas tarifas nos pedágios da Região 

    Via Anhanguera (SP-330)

    Valinhos – Passa de R$ 7,20 para R$ 7,60

    Nova Odessa – Passa de R$ 6,40 para R$ 6,80

    Limeira – Passa de R$ 4,90 para R$ 5,10

     

    Rodovia dos Bandeirantes (SP-348)

    Itupeva – Passa de R$ 7,20 para R$ 7,60

    Sumaré – Passa de R$ 6,40 para R$ 6,80

    Limeira – Passa de R$ 4,90 para R$ 5,10

     

    Rodovia Gov. Dr. Adhemar Pereira de Barros (SP-340)

    Jaguariúna – Passa de R$ 9,50 para R$ 10,10

     

    Rodovia Santos Dumont (SP-075)

    Indaiatuba – Passa de R$ 10,50  para R$ 11,10

     

    Rodovia Dom Grabiel Paulino Bueno Couto (SP-300)

    Itupeva – Passa de R$ 5,70 para R$ 6,00

     

    Rodovia Dom Pedro I (SP-065)

    Atibaia – Passa de R$ 5,40 para R$ 5,70

    Itatiba – Passa de R$ 6,60 para R$ 7,00

     

    Rodovia Romildo Prado (SP-063)

    Louveira – Passa de R$ 1,40 para R$ 1,50

     

    Rodovia Zeferino Vaz (SP-332)

    Paulínia A (Trecho 135+500) – Passa de R$ 6,20 para R$ 6,50

    Paulínia B (Trecho 132+550) – Passa de R$ 8,60  para R$ 9,00

    Engenheiro Coelho – Passa de R$ 4,10 para R$ 4,40

     

    Rodovia Jornalista Francisco Aguirre Proença (SP-101)

    Monte Mor – Passa de R$ 4,70 para R$ 5,00

  • Vamos torcer pelo Brasil, mas pelas manifestações também

    Vamos torcer pelo Brasil, mas pelas manifestações também

    A Copa no Brasil está chegando e as críticas não param. A sociedade está indignada com os gastos realizados. O pior é que além do espetáculo da Copa, prometeram coisas que realmente transformariam a vida dos cidadãos como, transporte público de qualidade, melhorias nas rodoviárias e aeroportos, um sistema de telefonia mais moderno, mais segurança, só que, como todos sabemos, essas intervenções estão ocorrendo às pressas, sem qualidade alguma. Tudo está sendo maquiado para a Copa.

    E diante de todos os absurdos que fomos obrigados a engolir durante os últimos anos, reafirmamos que vamos protestar – antes, durante e depois da Copa – é direito e dever de uma população que pratica a cidadania ativa. De forma organizada, pacífica e com pautas claras, para que não haja manipulação dos conservadores de plantão.

    Não podemos nos calar diante de tamanha afronta. Pasme com a declaração da própria diretora do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, Joana Havelange, filha de Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, “O que tinha que ser gasto, roubado, já foi. Se fosse para protestar, que tivesse sido feito antes”.

    A previsão é que seriam gastos R$3 BILHÕES, mas já foram utilizados R$26 BILHÕES, quase 9 vezes a mais que o orçamento inicial. Faltou planejamento? Não. Foi tudo arquitetado para que o setor privado saísse ganhando com isso. Está na boca do povo: a Copa do Mundo, agenciada pela Fifa, atendeu interesses econômicos muito poderosos. E o interesse público foi colocado em último lugar.

    Quem se favoreceu com a Copa são as grandes empresas de construção, a Fifa, as empresas patrocinadoras, as corporações de mídia, as grandes imobiliárias e outras grandes empresas. Todas tiraram sua casquinha. E os maiores partidos políticos? Esses também parecem ter garantido o financiamento milionário das próximas campanhas eleitorais.

     

    Arlei Medeiros
    Presidente do PSoL Campinas
    Coord. Observatório de Gestão Pública do Trabalhador

  • Crise da água ou crise do modelo?

    O consumo doméstico de água corresponde a cerca de 30% do uso da água. Ou seja, pedir que as pessoas economizem água em casa não basta

    A situação crítica do abastecimento de água nas regiões metropolitanas de São Paulo e de Campinas já havia sido antecipada há pelo menos uma década por técnicos da área e nos planos elaborados para os recursos hídricos regionais. Não é de hoje os sinais da impossibilidade de se manter o suprimento de quase a metade da metrópole de São Paulo, com a água retirada da região de Campinas, via transposição pelo Sistema Cantareira, considerando o aumento da demanda populacional, industrial e agrícola dessas regiões.

    Durante o processo da renovação da outorga do sistema Cantareira, no qual se renovaria a concessão da captação de água, diversos prefeitos da região Metropolitana de Campinas, já haviam questionado os métodos autoritários com que o Governo Alckmin havia conduzido o processo. Porém, nada mais além de bravatas foram feitas. Poucos acreditavam que a situação se tornaria tão dramática.

    Como é de costume, a população não foi chamada a participar das discussões sobre a renovação da outorga do sistema Cantareira, nenhum conselho foi ouvido e até o Comitê de Bacias (órgão oficial e influente) achou suficiente sua participação.

    A situação se torna mais dramática quando vemos que as pessoas responsáveis para resolver o problema são as mesmas que criaram esta situação caótica e, aparentemente, não fizeram autocrítica, pois continuam a culpar a falta de chuva (que é um fato) e pedir que as pessoas economizem água, chegando até a adoção de medidas de multa para quem lavar a calçada (medida totalmente irrelevante). Diversos estudos, em todo o mundo, apontam como as maiores ameaças à água a expansão urbana, industrial e agrícola, as intervenções nos cursos d’água (canalizações, transposição de bacias, barragens e desvios), a perda de áreas úmidas e o desmatamento, além do aumento do consumo de água e da poluição hídrica.

    O consumo doméstico de água corresponde a cerca de 30% do uso da água. Ou seja, ao pedir que as pessoas economizem água em casa, e é apenas essa medida que vêm sendo tomada, exclui-se da solução os 70% do consumo que advém da indústria e da agricultura. Como se não bastasse, o maior desperdício é do próprio. No ano passado, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) produziu mais de 3 bilhões de m³ de água, segundo o “Relatório de Sustentabilidade 2013”, disponível no site da empresa. De acordo com a companhia, 20,3% dessa água, deixaram de ser consumidos no ano passado, o que corresponde a 619,7 milhões de m³ de água perdidos. Essa quantidade seria suficiente para abastecer a cidade de São Paulo durante quase quatro meses. O consumo médio mensal de água na capital é de 159,5 milhões de m³. A Sabesp explica que essa água foi perdida por causa de vazamentos entre as estações de tratamento e as residências dos consumidores. “Esses vazamentos ocorrem, principalmente, devido ao envelhecimento das tubulações e às elevadas pressões”, justificaram. Em rápido cálculo, concluímos que toda a água que foi desperdiçada ao longo de 2013 com vazamentos no Estado de São Paulo daria para abastecer a capital paulista durante quase quatro meses.

    O que temos visto é que o Governo Federal, Estadual e praticamente todos os municipais nada têm feito para conter e solucionar tamanha crise. Pelo contrário, quando continuamos a presenciar uma expansão urbana desenfreada (se não tivéssemos 20 milhões de pessoas concentradas no mesmo local e utilizando da mesma água talvez o cenário fosse menos drástico), incentivo e negligência com o desmatamento e a destruição de nascentes (para se ter uma ideia, a ampliação do aeroporto de Viracopos aterrará cerca de vinte nascentes), poluição dos cursos d´águas etc. E isso tudo sendo tratado como “desenvolvimento”. É hora da sociedade civil agir, 2014 é ano de eleições. Será que não seria o caso de deixarmos o pessimismo e a mera reclamação de lado e começarmos a cobrar soluções e propostas que invertam esta lógica? Infelizmente nem podemos dizer que a água está batendo na bunda, pois ela acabou.

     

    Rafael Moya
    Advogado, mestre em engenharia urbana e ex-presidente do Conselho de Meio Ambiente de Campinas.

    Arlei Medeiros
    Coordenador Observatório de Gestão Pública do Trabalhador

  • Saúde de Campinas está na UTI

    Saúde de Campinas está na UTI

    Se a população está na rua é porque ela quer ser ouvida. E o assunto é iminente: a saúde pública de Campinas. Nesta semana (28/05) centenas de profissionais protestaram em frente à prefeitura e fizeram passeata pelas ruas da cidade, pedindo a digna atenção do prefeito Jonas Donizette (PSB) ao setor. Eles pedem primeiramente condições mínimas de trabalho, além de valorização salarial. O grupo elaborou uma carta de solicitações, na qual pede que a administração decrete estado de emergência para contratar mais servidores, que a estrutura dos prontos atendimentos seja melhorada e que seja realizada a compra de medicamentos e materiais clínicos.

    Para denunciar e escancarar o descaso da administração com a saúde, funcionários dos postos de atendimento dos bairros Oziel e Monte Cristo, paralisaram as atividades por vários períodos esta semana. A população foi solidária e também deu o grito de desabafo nessa região. Para  protestar os moradores fecharam a Rodovia Santos Dumont pedindo providências e cobraram o empenho na construção do então “prometido” Centro de Saúde do Jardim Monte Cristo, que terá capacidade para atender até 22 mil pessoas.

    A situação na periferia é tão alarmante que uma médica cubana do programa Mais Médicos, que tem o objetivo de relocar profissionais justamente nas localidades mais carentes, não quer mais trabalhar na unidade  de saúde do  Monte Cristo . A médica pediu transferência dizendo não ter as mínimas condições de trabalho para atender a população.

    Já diziam os nossos avós- com saúde não se brinca- mas pelo que as pessoas têm vivenciado nas filas intermináveis dos postos, com a precariedade no atendimento, até mesmo do SAMU que trabalha com equipes reduzidas, percebe-se que o governo não tem como prioridade cuidar da sua população. A epidemia da dengue foi a maior prova da má gestão da saúde no município.

    Servidores e população estão unidos e essa “brincadeira” da administração tem de acabar. Todos irão continuar indo às ruas exigir o que é de direito, uma saúde pública de qualidade. Só para lembrar, o prefeito aumentou os subsídios para as empresas de transporte e para a saúde pública nada.

    Arlei Medeiros
    Presidente PSoL Campinas
    Coord. Observatório de Gestão Pública do Trabalhador

     

  • Prefeito deu a corda e agora está se enforcando

    Prefeito deu a corda e agora está se enforcando

    O caminho está árduo. Quando penso no que escrever de relevante sobre Campinas, fico assustado. A falta de comprometimento do governo Jonas Donizette (PSB) com a população e o discurso que pregou na campanha de 2012, deixa cada vez mais em evidência que essa administração é para poucos.

    A roda começou a girar com o transporte público. Revoga-se aumento de tarifa, mas triplicam-se os subsídios aos empresários. A violência se alastra pela cidade e coloca a população como refém.

    A área da saúde tão citada durante a campanha entrou em colapso. Primeiro com a falta de médicos e medicamentos, depois com demissão de funcionários, filas e mais filas nos prontos atendimentos. Por fim, Campinas registra a maior epidemia de dengue com mais de 32 mil casos notificados.

    Essa semana, telefones do Samu e Guarda Municipal ficaram por mais de 12 horas sem funcionar. Não podemos nos esquecer do racionamento de água que antes mesmo de ser anunciado como alternativa, já vinha acontecendo de maneira arbitrária na periferia do município.

    Negligência? Falta de interesse? Afinal, como avaliamos o empenho dessa administração? Por que caso você não saiba a Secretaria de Serviços Públicos acaba de investir R$150 mil reais para revitalizar o canteiro central e calçadas da Avenida Ayrton Senna, entre os estádios do Guarani e da Ponte Preta, que, segundo eles, vai servir como “passarela para a Copa”. É demais não acham? Se esse dinheiro estava no caixa da secretaria poderia atender às demandas mais emergenciais, não é verdade? Mas o que vale nesta administração é “a maquiagem”, como foi a campanha: muitas promessas e nada de realizações efetivas.

    A arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) está em queda. Isso reflete diretamente na implantação de projetos pela prefeitura, é o alerta de que pouca coisa poderá ser feita. Mas para atender empresários do transporte ou maquiar a cidade para a Copa, a mão está aberta.

    Agora, tem até vereador que apoiou o prefeito Jonas Donizette (PSB) delatando em plenária, aos quatro ventos “Eu infelizmente ajudei a eleger esse prefeito”, declarou Arthur Orsi (PSDB), na sessão do dia 21 de maio. Pois é, a turma esta se sentindo encurralada e está se enforcando com a própria corda.

     

    Arlei Medeiros
    Presidente do PSoL Campinas
    Coord. Observatório de Gestão Pública do Trabalhador

  • Caminhada pela Vida no Campos Elíseos

    Caminhada pela Vida no Campos Elíseos

    Atividade celebra a Campanha da Fraternidade

    No dia 8 de março, Dia Internacional da Mulher a Paróquia Santa Luzia, no Jardim Campos Elíseos em Campinas, realizará em ato simbólico, a “Caminhada da Luz pela Vida”, para ressaltar a Campanha da Fraternidade 2014.Os fiéis vão se concentrar em frente ao Supermercado Extra na Avenida Rui Rodrigues.

    No meio do trajeto as pessoas vão assistir a algumas encenações. O grupo de mulheres Pão e Rosa fará uma apresentação sobre a agressão doméstica. Os jovens, sobre a prostituição e as crianças farão sobre o tráfico de órgãos “Toda a população da cidade está convidada para participar conosco dessa primeira caminhada pela vida. Será um momento de muita oração e comunhão.” informou Padre Nelson Ferreira de Santos.

    A caminhada segue até a Avenida Piracicaba, até a Escola Padre José dos Santos, onde ás 19 horas, será celebrada uma missa especial. “Estamos esperando mais de 1 mil pessoas nesta caminhada.” finalizou o padre Nélson.

    O tema da Campanha da Fraternidade deste ano será “Fraternidade e Tráfico Humano”, cujo lema será “É para a liberdade que Cristo nos libertou”. A escolha do tema surgiu com a proposta dos Grupos de Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e de Combate ao Trabalho Escravo, junto à Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e a entidades ligadas à Pastoral da Mobilidade Humana.

    Serviço:

    Caminhada da Luz pela Vida

    Encontro no Extra da Avenida Rui Rodrigues, no bairro Campos Elíseos, às 18 horas.